Era uma vez uma menina que brilhava muito. Os olhos das pessoas sentiam incômodo de tanto que a luz dela resplandecia. Ela arrancava sorrisos … ela disparava reações … ela encantava, mas também despertava inveja e estranheza em algumas pessoas. O que mais incomodava? Não era a luz propriamente dita, mas o fato dela não se importar em ser luz , em realmente não se vangloriar com isso… 5 lições que esta breve história poética nos ensina:
Esses cinco cartões não ensinam apenas sobre uma menina que brilha, mas sobre o que o brilho desperta.A luz aparece como confronto? Você já se sentiu confrontado(a) apenas por ser quem é? Não é você quem
incomoda, mas a dificuldade do outro perceber que você existe sem precisar apagar o brilho do próximo…
O incômodo ganha nome, a menina simplesmente é sem se importar com a inveja alheia. O brilho não fere — o que dói é o espelho que ele cria. O que esse espelho reflete em quem sente inveja?
O silêncio e a serenidade da menina dizem tudo! A luz dela não pede aplauso. Quem se incomoda, já revelou algo de si: “não incomoda a luz. Incomoda não ser.”
Ela segue brilhando sem pedir licença, sem justificar, sem se defender. Ela é livre, beleza natural, luz própria, autêntica e sábia por natureza. Ela apenas existe. Como a luz… E isso basta!


Casada, mãe, profissional, cristã e feliz! Amo Deus, moda, cinema, poesia, arte, livros, música e tudo o que possa elevar a minha alma. O lirismo é a minha asa!


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